sexta-feira, 13 de maio de 2011


às vezes é preciso ter um vocabulário de acordo. não adianta nada falar em faustão e a mercadoria. mercadoria não diz nada ao cidadão de bem. o cidadão de bem tem relação afetiva com os objetos que possui; relação afetiva pervertida: os objetos que possui o possuem e o definem.
o discurso do consumismo maldoso já está incorporado até pela propaganda de banco. o banco quer fazer crer que não tem nada a ver com isso.
o banco financia a sujeição aos objetos enquanto convence seus clientes que viver bem é uma questão de boa vontade.

Um comentário:

  1. Faço das palavras de Vantuir as minhas: FILHOS DA PUTA!

    E ainda utilizam o nome de um dos mais fantásticos e DESAJUSTADOS artistas do mundo para nomear o nome da ALA VIP da filial do inferno. Maldição.

    E mais interessante ainda é a consideração do autor do post. De fato, as palavras faustão e mercadoria nao impactuam as pessoas de maneira negativa. Um amigo grafita sempre "todo coração é uma célula da revolução"... como se para as pessoas comuns a revolução fosse um conceito bom... As pessoas vivem no a-tempo, no eterno, no éter. imputá-los TEMPO TERRENO é a verdadeira revolução.

    reescrita de tudo, de fato. Talvez com palavras mais duras.

    Tio TAZ
    wwww.coletivokrisis.blogspot.com
    www.resistenciaheterodoxxxa.blogspot.com

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